Com o objetivo de tornar a experiência escolar mais interessante, muitos gestores têm considerado aplicar a aprendizagem colaborativa em sala de aula. Mas, afinal, você sabe do que se trata a técnica?

Ela tem sido uma das principais referências quando se fala em bons resultados nas instituições de ensino. Isso porque o método aborda uma série de conhecimentos que visam uma melhor compreensão dos conteúdos atualmente exigidos nas escolas. 

Ficou curioso? Então, continue a leitura e confira mais sobre a aprendizagem colaborativa em sala de aula e, ainda, como aplicá-la no cotidiano. Acompanhe!

Qual é o conceito de aprendizagem colaborativa?

A aprendizagem colaborativa ou cooperativa é uma metodologia que conduz os alunos a trabalharem para um único objetivo. Assim, a ideia é que todos os envolvidos se esforcem para alcançarem um bom resultado no processo de ensino. 

Dessa maneira, ela tem o potencial de promover a melhoria da educação por meio do estímulo ao pensamento crítico, do desenvolvimento de capacidades interativas e da resolução de problemas.

Com a técnica, os estudantes tornam-se muito mais responsáveis, fazendo com que a compreensão dos conceitos e dos conhecimentos seja realizada de forma mais autônoma. 

Qual é a importância da aprendizagem colaborativa?

Atualmente, as pessoas se engajam mais facilmente com o individualismo. Isso prejudica principalmente a educação, que deve ter como princípio a cooperação social.

A aprendizagem colaborativa, por outro lado, coloca o aluno como protagonista — considerando seu conhecimento prévio, sua experiência e entendimento de como é viver no mundo.

Nas escolas, a aplicação do método permite criar um maior senso de equipe, além da valorização dos saberes individuais e dos valores de cada indivíduo. Por isso, ela promove o respeito mútuo com as diferentes opiniões, podendo ser uma interessante ferramenta para atingir maior liberdade de expressão e, ainda, a inclusão escolar.

Como aplicar a aprendizagem colaborativa em sala de aula?

As tecnologias digitais são consideradas grandes facilitadoras para as estratégias de aprendizagem colaborativa. Elas são responsáveis por estimular cada vez mais a autonomia e o cooperativismo entre professores e estudantes em sala de aula. 

Para aplicá-las, o educador deve utilizar procedimentos e ferramentas adequadas. Por exemplo, por meio de projetos de STEM, gameficação, ensino híbrido, excursões virtuais, etc. Com elas, é possível propor desafios e atividades que visam a construção conjunta do conhecimento. 

Outro passo importante é avaliar os resultados da técnica na sua instituição escolar. Ela pode ser feita ao longo do processo de ensino, observando-se como anda o engajamento e o entrosamento dos alunos. Após essa etapa, o professor deve verificar qual foi o nível de retenção e compreensão dos conhecimentos produzidos. 

Como visto, a aprendizagem colaborativa em sala de aula é uma metodologia eficaz que capacita os estudantes a tornarem-se sujeitos mais ativos e responsáveis por sua própria educação. Assim, os educadores passam de transmissores para facilitadores, sendo extremamente vantajoso em relação à produção e construção de saberes para todos os envolvidos.

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