O ensino híbrido é uma forte tendência da educação atual. Esse modelo, que mescla aulas presenciais e os principais elementos do ambiente de aprendizagem online, é responsável por intercalar os conteúdos de forma complementar. Caracteriza-se também por alternar estudos em grupo e individuais, combinando pesquisas de campo, exercício e leitura, orientação e debates.

A metodologia híbrida proporciona uma formação mais interativa, personalizada e completa, e tem por objetivo formar profissionais capacitados a lidar com o mercado de trabalho cada vez mais exigente e tecnológico. Além da carga teórica e prática, o aluno tem acesso a laboratórios funcionais e bem equipados.

Neste post, vamos falar sobre o modelo híbrido, seus benefícios e os principais modelos de ensino. Quer ficar por dentro do assunto? Então continue a leitura!

Quais os benefícios do ensino híbrido?

Esse tipo de ensino tem o propósito de desenvolver e dar autonomia aos estudantes, que passam a ter mais liberdade para pesquisar os assuntos e compartilhá-los com os professores e colegas. Eles adquirem uma postura engajada, proativa e crítica frente à sua formação.

Em todo o processo, o aluno é atuante, caso contrário, a aprendizagem não acontece. Além disso, a interação com o grupo e os professores é mais proveitosa, pois ocorre após o primeiro contato com a teoria.

Quais os principais modelos de ensino?

Rotação por estações

Neste tipo de modelo, a sala de aula é dividida em estações de trabalho, sendo que cada uma é preparada para uma prática diferente. Durante a aula, o professor guia o grupo, propõe caminhos ou tira dúvidas.

Por exemplo, em uma das estações, pode acontecer a colaboração entre os estudantes, promovendo atividades coletivas e práticas ou um debate. Em outra estação, pode ocorrer o uso da tecnologia, com jogos, exercícios online ou estudo individual. Cada grupo de alunos passa por estações diferentes. Depois de um tempo eles trocam de estação, de forma que os alunos passem por todas as estações.

Laboratório rotacional

Esta modalidade consiste na divisão dos alunos em dois espaços de trabalho. Cada grupo fica por um determinado tempo em cada módulo e após um período definido eles trocam, fazendo com que os dois grupos passem pelos mesmos módulos.

Por exemplo, em uma aula de ciências o professor divide a turma em dois grupos: um deles vai para o laboratório de informática aprender a teoria, enquanto os outros vão para a quadra para a atividade prática.

Rotação individual

Este modelo é bem parecido com a rotação por estações, entretanto nesta modalidade cada estudante tem seu cronograma e faz rotações seguindo um programa personalizado.

Os alunos não precisam passar por todas as estações, no entanto devem passar por aquelas que fazem sentido para sua aprendizagem. É preciso considerar suas dificuldades, a forma como aprendem melhor e o nível de conteúdo em que estão.

Sala de aula invertida

Este método prioriza a participação do aluno. Primeiro, ele estuda o conteúdo, podendo utilizar textos, vídeos, áudios ou referências selecionadas pelo professor. Após essa etapa, os temas são abordados, agora em sala de aula com o acompanhamento do professor, que atua como um supervisor daquilo que os alunos aprenderam. Ele pode responder dúvidas, desenvolver projetos ou promover um debate.

O terceiro momento é posterior à aula e os alunos poderão aprofundar o que foi estudado em um local fora da escola. Eles podem obter informações complementares daquilo que estudaram em sala de aula. Esse momento é importante para os estudantes buscarem assuntos, ligados ao tema, que sejam de seu interesse.

Se você se interessa por educação ou trabalha em uma escola, é importante conhecer o ensino híbrido. A tecnologia pode ser uma grande aliada de estudantes e professores, já que o modelo convencional muitas vezes é insuficiente ou ineficaz para proporcionar uma experiência completa.

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