O micro:bit é um pequeno computador programável de bolso, que foi criado pela rede pública de TV e rádio, BBC do Reino Unido. Foi desenvolvido com o objetivo de despertar o interesse das crianças e adolescentes por programação, inspirar os jovens a desenvolver a criatividade digital e assim, contribuir para a criação de uma geração de empreendedores inovadores.

O microcomputador começou a ser distribuído em 2016 para alunos do sétimo ano das escolas na Inglaterra e do País do Gales, além ser entregue também para estudantes na Irlanda do Norte e Escócia.

Neste post, falaremos um pouco mais sobre essa tecnologia e como ela pode ajudar na educação das crianças e adolescentes.

Como está o projeto de implantação do micro:bit no Brasil?

O programa de inovação com o micro:bit já começou a ser implantado com o apoio da Secretaria de Políticas de Informática (Sepin) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). 

O micro:bit é uma tecnologia cara?

Quando falamos em tecnologia, é normal que as pessoas pensem que se trata de algo com um custo bastante elevado, pois é necessário muito tempo de pesquisa para que os produtos sejam criados. Mas o Micro:bit é uma máquina barata, versátil e bem simples de usar.

A placa de circuitos do micro:bit  fica exposta com o objetivo de atiçar a curiosidade das crianças sobre seu funcionamento.

Programar com o micro:bit não tem segredos, pois há dois ambientes de programação, que ficam rodando no navegador, sem que haja a necessidade de instalação de qualquer tipo de programa específico.

Como o micro:bit funciona?

O modelo conta com 25 LEDs vermelhos, que mostram mensagens e facilitam o acesso a jogos, dois botões programáveis, um acelerômetro e magnetômetro de bordo. Ele ainda oferece conectividade ao Bluetooth, entrada para micro USB e cinco anéis. 

Os LEDs contidos no microcomputador podem ser utilizados para exibir imagens. Além disso, a BBC, idealizadora do projeto, disponibiliza um site que as crianças poderão acessar para acessar e escrever os programas, basta conectar à máquina e alimentá-la.

Por ter um tamanho compacto, o aparelho é ideal para as crianças carregarem entre uma sala e outra, comparar modificações e colaborar com o projeto de outros estudantes da turma ou escola.

Como programar com o micro:bit?

Com a tecnologia, os estudantes criam programas combinando blocos de códigos pré-definidos e organizados de acordo com a função: controle dos LEDs, dos botões, sensores, música etc.

Para quem está começando a aprender a linguagem de programação pode contar com o JavaScript Blocks Editor, pois essa é a melhor opção para os marinheiros de primeira viagem.

Durante o trabalho, o estudante ainda pode alternar o modo de visualização e ver os blocos de código como na linguagem JavaScript. Assim, se familiariza com a linguagem e com o tempo. Ele também pode migrar para o Java e ganhar experiência em um código de programação muito usado no mercado profissional.

Mais uma opção para quem está aprendendo é utilizar a linguagem Phyton. Além de ser muito fácil de aprender, ela ainda permite que o usuário utilize todos os recursos do JavaScript Blocks Editor e outros recursos ainda mais avançados.

Como essa tecnologia pode ser utilizada nas escolas?

O micro:bit é uma ferramenta que fará toda a diferença no ambiente escolar. Com ele, os alunos serão incentivados a se interessar por tecnologia e pelos benefícios que ela pode proporcionar à nossa sociedade.

No ambiente escolar, a tecnologia pode ser utilizada como forma de modernizar o método educacional, proporcionando aos alunos um grande interesse por tecnologia, inovação e empreendedorismo.

Quais são os benefícios do uso do micro:bit nas escolas?

Com o uso do micro:bit nas salas de aula, os alunos recebem estímulo para desenvolverem senso crítico, criatividade e novas ideias. Eles também ampliam as habilidades e competências conectadas às necessidades reais da sociedade.

Além disso, com essa tecnologia presente nas salas de aula, os estudantes recebem estímulo para a aplicação prática do conhecimento teórico. No mais, haverá um aumento significativo do engajamento dos alunos durante o processo de aprendizagem.

Embora o principal objetivo do micro:bit seja o de criar uma geração de inventores, a tecnologia ainda pode trazer outros benefícios, como auxiliar no desenvolvimento de habilidades socioemocionais, por exemplo, o trabalho em grupo e a paciência.

Como implantar essa tecnologia na minha escola?

Embora a tecnologia seja simples de usar, professores e pedagogos precisam de auxílio para implantá-la na escola. Isso porque, para utilizar o micro:bit é preciso conhecimento técnico. Além disso, é preciso que haja profissionais especializados nessa tecnologia para repassar o conhecimento para os alunos.

O ideal é contar com uma empresa especializada para que a implantação das aulas de programação tenha sucesso. Nesse caso, o que se deve fazer é contratar uma empresa de consultoria educacional que trabalha como facilitadora no processo de adoção das melhores soluções tecnológicas, que proporcionam uma nova e mais eficaz experiência de aprendizagem.

Uma empresa de consultoria vai trabalhar em prol da capacitação das escolas e professores e da integração da inovação ao contexto pedagógico, por meio de soluções que sustentam todos os pilares da tecnologia educacional.

No mais, a escola deve organizar um, ou alguns, dias na semana para implantar as aulas de programação para os alunos. Embora pareça um investimento alto a princípio, os benefícios de oferecer um ensino inovador são incontáveis.

Além do prestígio da escola aumentar consideravelmente junto aos pais e alunos, levar essa inovação às salas de aula pode trazer grandes benefícios à sociedade.

Com o uso do micro:bit no ambiente escolar, as crianças aprenderão a identificar necessidades na região onde vivem e a trabalhar para resolver essas questões. Dessa forma, elas contribuem para a construção de uma sociedade e de um país melhores.

Vamos levar o micro:bit para a sua escola? Entre em contato com um consultor da Trivium para te ajudarmos nesse projeto.

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