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Saiba como identificar e corrigir as dificuldades de ensino na pandemia

Saiba como identificar e corrigir as dificuldades de ensino na pandemia

Com a chegada da segunda onda de Covid-19 no Brasil e a continuação das aulas online ao longo do ano de 2021, os educadores acumularam múltiplos desafios em sua rotina desde o ano passado.

Além da necessidade de aprimorar as metodologias de ensino com o uso da tecnologia, outras preocupações aparecem diariamente e despertam o senso de urgência dos educadores. Entre elas, estão as dificuldades de ensino na pandemia apresentadas pelos alunos.

Para contribuir com essa questão latente na rotina de professores e gestores da educação, criamos este artigo com dicas para que você identifique e corrija as dificuldades de ensino que estão surgindo durante a pandemia. Continue a leitura e confira!

Quais são as principais dificuldades de ensino na pandemia?

O período de ensino remoto emergencial vem gerando consequências na rotina de crianças e jovens em relação ao seu processo de aprendizagem. Além disso, questões socioemocionais não trabalhadas durante o isolamento social também contribuem para deixar mais lacunas na educação desses indivíduos.

Com isso, os professores e gestores escolares precisam olhar para os principais fatores que vem gerando baixo rendimento de alunos em relação ao aprendizado, tais como:

  • falta de participação e desinteresse nas aulas;
  • baixo engajamento nas atividades online;
  • dúvidas que acabam não sendo sanadas;
  • ansiedade das crianças, que estão em casa há bastante tempo;
  • falta de apoio dos pais, que estão sobrecarregados.

Dado esse complexo cenário, a escola tem um papel fundamental em identificar e corrigir as dificuldades dos alunos, mapeando-as de forma coletiva e individual e agindo a partir de cada cenário específico. Confira em seguida como realizar esse processo na prática.

Como identificar e corrigir as dificuldades dos alunos durante a pandemia?

Aplique avaliações diagnósticas

Um dos legados que a pandemia deixará para a educação é o aumento da desigualdade nos níveis de aprendizado entre os alunos, já que alguns não se adaptaram ao ensino a distância e outros nem sequer têm acesso à internet.

Com isso, órgãos como a UNESCO e o CNE (Conselho Nacional de Educação) adotaram a postura de recomendar que as escolas mapeiem o quanto cada aluno aprendeu durante o ensino a distância.

Por esse motivo, é indicado que sejam aplicadas avaliações gerais e específicas para criar um diagnóstico do aprendizado de cada turma. Essa avaliação servirá como base para um plano de ação voltado a reduzir as dificuldades de ensino da pandemia, garantindo que os danos sejam tratados antes mesmo do retorno às aulas presenciais.

Para que você tenha um melhor direcionamento sobre o que avaliar em cada turma, pode conferir as recomendações da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), que estipula os critérios de avaliação específicos para cada série do ensino infantil, fundamental e médio.

Elabore um relatório com os resultados

Depois de aplicar a avaliação mencionada no item anterior, é hora consolidar os resultados em um relatório analítico.

Nele, devem constar recortes por cada uma das disciplinas, além dos desempenhos gerais por turma e individuais de cada aluno.

O objetivo deste relatório é entender qual a média geral da escola em relação ao processo de aprendizagem, identificando em quais turmas e disciplinas estiveram concentradas as maiores dificuldades de ensino na pandemia.

Desenvolva um plano de ação para corrigir as lacunas

Com o relatório em mãos, é possível identificar onde estão as lacunas a serem preenchidas para otimizar o aprendizado e ajudar os alunos a superar suas dificuldades.

A partir disso, você poderá discutir junto da sua equipe quais ações serão tomadas de forma coletiva para aumentar os níveis de aprendizado, além de criar planos de estudos individuais considerando o desenvolvimento dos alunos que se apresentaram abaixo da média.

Um exemplo do que pode ser definido no plano de ação é a elaboração de atividades lúdicas para as disciplinas em que os alunos mais apresentaram dificuldades. Ferramentas que permitem gamificação, como o Minecraft Education Edition, por exemplo, podem ser decisivas para aumentar o nível de aprendizado dos alunos durante a pandemia.

Continue acompanhando o processo de aprendizagem

Depois de colocar os planos de ação em prática, é chegado o momento de reavaliar as turmas sob os mesmos critérios analisados anteriormente.

Nesse momento, você será capaz de avaliar quais ações foram mais efetivas, elaborando novamente um relatório que servirá como base para registrar e acompanhar os impactos da pandemia que serão sentidos até o final de 2022, pelo menos.

Inclusive, é possível considerar que esse ciclo de avaliação e correção das dificuldades de ensino na pandemia será constante até que as escolas sintam que os alunos voltaram ao ritmo normal de aprendizagem.

Utilize a tecnologia como aliada

A tecnologia é o que vem possibilitado o ensino a distância e minimizando os impactos para os alunos que têm acesso à internet.

Nesse sentido, ela também é aliada para reforçar os aprendizados e acompanhar a evolução dos alunos. Afinal, os planos de ação para contornar as dificuldades nas disciplinas não devem ser implementados somente na volta das aulas presenciais.

Ferramentas relacionadas a atividades virtuais, livros digitais e interação entre os alunos são fontes abundantes para driblar as dificuldades em determinadas matérias, já que proporcionam atratividade para os alunos, ao mesmo tempo em que oferecem ferramentas para que os professores monitorem a participação e evolução de cada aluno.

Como vimos até aqui, as dificuldades de ensino na pandemia se estenderão por muito tempo ainda. Por esse motivo, a gestão escolar deve estar preparada para identificar e corrigir brevemente as rotas de seu plano de aprendizagem, visando oferecer as melhores práticas para seus alunos.

Se você está à frente da gestão escolar e tem lidado com esses desafios diariamente na profissão, é recomendado que invista seus esforços em tecnologia educacional para adotar as melhores soluções que proporcionem uma nova experiência de aprendizagem aos alunos de ensino infantil, fundamental e médio que estão sendo tão impactados com essa nova realidade.

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Victor Tavares

Diretor de Projetos da Trivium. É apaixonado por tecnologia e educação, com ampla experiência em desenvolvimento de projetos de adoção de tecnologias educacionais. Reconhecido por ser Microsoft Certified Educator, Microsoft Office Specialist e Microsoft Innovative Educator.

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