Quem trabalha com educação sabe da importância da avaliação nas metodologias de ensino.

No entanto, devido às mudanças intensas que ocorreram nos últimos anos, o contexto atual demanda inovações por parte do corpo docente. Grande parte delas estão ligadas às avaliações…

Foi pensando na necessidade de adaptação que trouxemos este conteúdo! Aqui você conhecerá métodos avaliativos e algumas dicas de como aplicá-los. E, por final, você verá como melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações. Boa leitura!

Qual a importância da avaliação?

O processo educativo passa por uma construção de estratégias que vão desde o conhecimento sobre o aluno até a análise de ensino. Assim, a avaliação ajuda a identificar se o aluno adquiriu determinadas competências e conhecimentos.

Todavia é preciso que o professor esteja atento, é fundamental considerar o processo de evolução do aluno durante o seu ciclo de aprendizagem. Portanto, a avaliação pode ser inserida na participação do aluno, na produção diária e, naturalmente, na atividade avaliativa que fechará esse ciclo.

Quais são os tipos de avaliação de aprendizagem?

A nota é uma imposição do sistema educacional, por isso o docente não pode abrir mão dessa exigência. Separamos alguns exemplos interessantes, dinâmicos e práticos, que podem ser aplicados na sua escola!

1. Avaliação formativa

A avaliação formativa é utilizada para avaliar o desempenho do aluno após a aula. Geralmente, ela é informal e seu resultado é utilizado para que o professor tenha um retorno do conhecimento que o aluno adquiriu no dia a dia.

Por exemplo: por meio de atividades que são enviadas para casa, através dos cadernos revisionais ou dos mapas mentais produzidos pelo aluno.

2. Avaliação cumulativa

A avaliação cumulativa tem como objetivo acompanhar o aluno diariamente, durante a aula e verificar a retenção do conhecimento. Esse é um trabalho diário, gradativo e que prioriza os resultados qualitativos.

Nessa forma de avaliação o professor pode aplicar dinâmicas como: quiz, jogos de cartas, jogo da memória ou mesmo um “probleminha” que seja um grande desafio para os alunos.

3. Avaliação diagnóstica

Sabe aquele momento que o professor tem que lidar com uma turma diferente, com alunos que vieram de outras instituições ou mesmo com uma situação nova de ensino que ele teve que experimentar?

Diante dessas possibilidades, geralmente, são aplicadas as avaliações diagnósticas e elas tem como objetivo servir como um importante suporte para que o plano de ensino do docente.

4. Autoavaliação

A partir da autoavaliação é possível que o discente questione e reflita sobre o próprio posicionamento durante as aulas. Sendo assim, não haverá a pressão de uma prova tradicional, mas uma autoanálise promovida pelo educando.

O professor pode aplicá-la por meio de um “complete”. Basta entregar aos alunos algumas frases e eles completarão o restante “durante o ano acredito… percebi que… entretanto… portanto”. Uma atividade simples, mas que renderá muitas observações.

Como melhorar o desempenho dos alunos?

Nosso público estudantil não é o mesmo dos anos de 1990 e precisamos inovar. Temos alunos dinâmicos, rápidos no raciocínio e em estabelecer conexões. O importante é reconhecer que cada um tem a sua individualidade, que pode ser positivamente explorada pelo professor.

Uma característica comum entre os alunos é a curiosidade de lidar com o mundo virtual e a facilidade para aprender por meio das tecnologias. Por isso, como estratégias de avaliação o professor pode utilizar recursos como softwares ou aplicativos de gestão de provas que agilizam o seu trabalho e aumentam o interesse do aluno sobre o aprendizado e seus resultados.

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