Nos últimos anos, um conceito inovador tem interessado e chamado a atenção dos gestores escolares. Trata-se do espaço maker, uma ferramenta capaz de reinventar a forma como o conhecimento é transmitido.

No inglês, a palavra “maker” significa “fazer”, o que tem relação direta com a expressão “faça você mesmo”. Assim, aplicando-se ao contexto educacional, considera-se que esse novo formato de ensino é capaz de desenvolver o engajamento, a criatividade e o protagonismo nos estudantes.

Ficou interessado? Então continue a leitura e entenda como o espaço maker pode ser uma nova possibilidade de experimentos na escola. Acompanhe!

O que é espaço maker?

O conceito de espaço maker faz parte de um movimento que favorece a aprendizagem por meio da experimentação. Dessa maneira, ele é responsável por estimular nos alunos a capacidade de fazer e criar algo, promovendo a expressão das novas ideias.

Assim, é o estudante o responsável por explorar o que existe além da sala de aula, realizando experiências e fazendo as coisas no mundo real. O principal objetivo é criar um senso de propósito do conhecimento, pensando o que pode ser articulado e criado por meio dele.

Por que implementar o espaço maker?

O principal intuito ao implementar um espaço maker na escola é desenvolver diferentes capacidades e habilidades nos alunos. Com isso, pode-se estimular o pensamento crítico, a criatividade, a empatia, a colaboração e a autonomia. 

Para mais além, é possível desenvolver projetos interdisciplinares, totalmente alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que trata sobre as competências do século XXI. Portanto, o espaço maker reinventa o contexto escolar, servindo como uma inovação para toda a instituição de ensino. 

Como implementar o espaço maker?

Para criar um espaço desse tipo na escola existem alguns pilares fundamentais para a sua implementação. Para isso, deve-se planejar um ambiente personalizado de aprendizagem em que seja possível executar projetos, compartilhar conhecimentos, trabalhar em equipe, entre outros.

Os laboratórios de inovação podem comportar notebooks, tablets, materiais recicláveis, softwares de programação, entre outras diversas ferramentas para as atividades, como serrotes, martelos etc. Os itens devem se adequar ao orçamento da escola, mas, geralmente, eles têm um custo baixo se comparados com outros instrumentos pedagógicos.

Quais são os benefícios para a escola?

Com o espaço maker as instituições de ensino adquirem a chance de aprimorar a desenvoltura de seus estudantes e professores. Isso é possível devido ao incentivo para a experimentação, que leva à construção coletiva do conhecimento. 

Portanto, o principal benefício dessa ferramenta é a melhoria do relacionamento entre toda a comunidade escolar: pais, alunos e educadores. Além disso, é possível melhorar o desenvolvimento do raciocínio lógico, a criatividade e o empreendedorismo ao focar nas habilidades requeridas para o século XXI.

Quais são as melhores tecnologias para o espaço maker?

Por fim, para colocar a mão na massa, os gestores podem utilizar algumas tecnologias e ferramentas disponíveis no mercado com o objetivo de implementar o espaço maker e criar um ambiente diferenciado na escola. 

Por exemplo, a computação em nuvem é uma grande aliada, uma vez que ela possibilita que o professor e o estudante armazenem e compartilhem conteúdos de modo remoto, sem a necessidade de qualquer software. A tecnologia está totalmente relacionada com os princípios da Educação 3.0, um novo modelo de ensino que oferece inúmeras inovações.

Pode-se fazer uso também de impressoras 3D, que tornam a dinâmica em sala de aula muito mais interativa e didática, uma vez que a ferramenta aproxima a turma da realidade na qual o conhecimento pode ser aplicado.

O espaço maker é um ambiente que tem como princípio o respeito e a segurança. O maior intuito, portanto, deve ser o de alcançar uma convivência harmoniosa e produtiva, em que os estudantes, para além do aprendizado, valorizem o ensino colaborativo.

Gostou do conteúdo? Então deixe o seu comentário no post e contribua para o debate sobre o assunto. Até a próxima!